Suspiro e Perpétua: Saudade…
“Esse som doce que vagamente ultrapassa o presente e anseia o futuro, mas nunca o alcança. Cria paisagens de dupla face. Rabiscos! Ah… Esses rabiscos intransferíveis com cores doloridas e não menos apaixonadas e, quase sempre, ardentemente acompanhadas pelo interior daquele cuja alma desenha, porém as mãos não… Não obedecem! Esse som inquietante que expõe a harmonia de seus sibilos e convida aqueles menos dispersos para oscilar nos sonhos postos em chama e espalhados por esse chão em cores vivas. Tirais os calçados! Esse som melancólico presente na paixão e na dor de sentir saudades daquilo que não se perdeu, mostra tua verdadeira face e silencia esses lábios. Por fim e pelo início, esse som intrigante que mesmo depois de calado conserva as primitivas notas para não se fazer passageiro e exemplificar que a tristeza é insignificante quando se tem um caderno aberto.”
Gustavo Siqueira


Quando se tem um caderno, que é o espaço amplo da vida, não há razão para tristezas…mas se ela insistir em chegar, basta olhar para os lados e, verificar que a alegria contagiante da natureza está aí, para que nela possamos mergulhar!
A profundidade de nossos sentimentos; sentimentos esses que nos levam a viagens fabulosas, desde que nossa conexão com a beleza da vida esteja latente; existem tão somente para nos alegrar!
Abra o caderno, mas não deixe que tuas mãos escrevam..entrega a caneta tinteiro ao teu coração e, ficará maravilhado com o ele vai te dizer…
Beijos de Luz!
Belo som!
Canta os momentos tristes e faz a dor dançar ao batuque do coração, deixando a alegria reverberar aos céus
Mesmo consciente de que n’alma não habita somente sorrisos,
Mas também um saudosismo amargurado repleto de paixão
E prantos alagados por chuvas de nuvens de várias cores,
Mas que não derruba o cantor quando se tem o gogó aberto!
Muito bonito drudes!
Sem sombra de dúvidas, excelente o artigo, continue com o bom trabalho.